Censura Musical


Site Censura Musical no Estadão

Depois de algum tempo, o site Censura Muscial voltou a ser citado na grande mídia. O jornal O Estado de São Paulo, ao noticiar um evento sobre o tema no Centro Cultural Banco do Brasil (SP), lembrou que o site www.censuramusical .com reúne bom conteúdo sobre a música no período da ditadura militar brasileira. Confira a matéria:

 

Cala a Boca já morreu

Quando o assunto é censura à música popular no Brasil no período da ditadura militar, a discussão vai longe. Existe até um bom site especializado no tema (www.censuramusical.com.br), com reproduções de documentos oficiais. O repertório de vetos é tão vasto quando as risíveis justificativas. O produtor Marcus Fernando mergulhou nesses e outros arquivos nacionais, levantando canções famosas e raras, além de episódios bizarros que as envolvem, para realizar a série Cale-se - a Censura Musical, com quatro shows no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de São Paulo e o do Rio. Leia mais.



Escrito por Gabriel Pelosi às 15h26
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Fim da ausência

Caros leitores do site e do blog Censura Musical, desculpem a ausência de posts. Retomaremos, em breve.


Obrigado


Um abraço


Os editores do site Censura Musical



Escrito por Gabriel Pelosi às 15h00
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Na Argentina

Documentos revelam censura a Roberto Carlos


O regime militar da Argentina censurou pelo menos seis músicas de Roberto Carlos, entre elas Desayuno (versão em espanhol de Café da Manhã), durante o período da ditadura, nos anos 70.

Um documento divulgado pelas autoridades argentinas lista cerca de 150 canções censuradas para a radiodifusão durante o período e inclui ainda músicas de Donna Summer, Rod Stewart, Eric Clapton e Pink Floyd.

A lista inclui canções de protesto mas, em grande parte, inclui também canções de teor supostamente sexual, ou que falam sobre o uso de drogas, como Cocaine, de Eric Clapton.

Veja a matéria completa no link: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/08/05/ult5017u281.jhtm



Escrito por Gabriel Pelosi às 10h06
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Anistia e liberação dos arquivos

Tarso assina anistia política a Miguel Arraes

O ministro da Justiça, Tarso Genro, vai assinar nesta quarta-feira portaria que concederá anistia política ao ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes.

Há 45 anos, quando um golpe militar instalou a ditadura no país, o então governador foi preso pelos militares e conduzido para fora do Palácio do Campo das Princesas, sede do governo do Estado. Tarso irá assinar a portaria neste mesmo local.

O ato será realizado na abertura da 20ª Caravana da Anistia, com a presença do governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), neto de Arraes, do prefeito de Recife, João da Costa (PT), do presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), Mozart Valadares Pires, e do presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

OAB

Ontem, o presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Cezar Britto, defendeu, ao comentar a passagem dos 45 anos do golpe militar de 1964, a abertura dos arquivos da ditadura militar como forma de "resgatar a memória do país lamentavelmente vivida no período sombrio do regime militar".

"Um país que não conhece sua história, sobretudo suas páginas mais sombrias e controversas, corre o risco de repeti-la", disse.

Segundo ele, a Lei de Anistia perdoou "reciprocamente os delitos políticos de ambas as partes". "Mas anistia não é amnésia. É necessário saber que crimes foram esses e os que estão efetivamente por ela abrangidos."

Britto afirmou que questões básicas, como o paradeiro de cadáveres e o destino de pessoas desaparecidas, continuam sem solução, "cobertas pelo manto do silêncio e da cumplicidade".

 



Escrito por Gabriel Pelosi às 12h55
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Site desenvolvido pela USP facilita pesquisa sobre a ditadura militar

Tá lá no Diário Oficial do Estado de São Paulo: Site facilita pesquisa de documentos da ditadura militar no antigo Deops

Entrará no ar no próximo sábado, dia 24, o site do Projeto Integrado Arquivo Público do Estado e Universidade de São Paulo (Proin). O acesso às informações pela Internet exigirá apenas a digitação do nome da pessoa ou da instituição procurada. O site do Proin poderá ser acessado pelo: www.usp.br/proin

Agora é só aguardar para conferir.



Escrito por Gabriel Pelosi às 15h55
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Veja Censurada

A editora Jaboticaba acaba de lançar o livro Veja sob Censura – 1968-1976, da jornalista e historiadora Maria Fernanda Lopes Almeida. A publicação traz textos que a revista foi proibida de publicar durante a ditadura. O material aborda como os censores esforçavam-se por impedir que o público tomasse conhecimento das restrições impostas à imprensa e os meio encontrados pela revista para evidenciar que sofrera cortes. Há páginas com trechos em branco e partes cortadas substituídas por esdrúxulas figuras de diabinhos, por exemplo. Vale a pena conferir os embates entre censores e jornalistas.

 

No site da revista, o leitor pode viajar nos textos que foram proibidos.

http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/regime_militar/abre.html

 

Leia matéria publicada na edição de 10 de dezembro, de Veja.

 


Inventário da estupidez

Um estudo detalhado das reportagens proibidas em VEJA
durante a ditadura militar expõe a arbitrariedade da censura

 

  


CORTES EXPOSTOS
Lauda com vetos da censura (à esq.), o diabinho que substituía trechos podados e a revista recolhida das bancas

Os censores da ditadura militar brasileira pareciam saber que seu trabalho era ilegítimo. Esforçavam-se por impedir que o público tomasse conhecimento das restrições impostas à imprensa. Em vários episódios de censura a VEJA, a partir de 1968 e por boa parte da década de 70, a revista tentou evidenciar que sofrera cortes, deixando trechos em branco no meio da página ou substituindo as partes cortadas por esdrúxulas figuras de diabinhos. As autoridades baixavam normas coibindo esses expedientes. Os embates entre censores e jornalistas estão documentados em Veja sob Censura – 1968-1976 (Jaboticaba; 352 páginas; 42 reais), da jornalista e historiadora Maria Fernanda Lopes Almeida.

O episódio mais emblemático da censura a VEJA se deu em dezembro de 1968, logo depois da promulgação do AI-5. O censor ficou satisfeito em saber que a revista dedicada ao tema não teria título na capa. A imagem, porém, era eloqüente: o presidente Costa e Silva aparecia sentado, sozinho, no Congresso que mandara fechar. O Exército determinou que a revista fosse recolhida das bancas. VEJA sofreu censura prévia – com um censor lendo tudo o que seria publicado – com mais rigor entre 1974 e 1976. Antes disso, o governo ditava listas de temas que não poderiam ser abordados. Para entender o impacto da censura na redação, Maria Fernanda entrevistou jornalistas que trabalharam em VEJA e o presidente da Editora Abril e editor da revista, Roberto Civita. Fez ainda uma extensa pesquisa no Departamento de Documentação da editora, recuperando textos proibidos parcial ou integralmente – o infame carimbo de "vetado" aparece nas laudas em que essas reportagens foram escritas. Dos 138 textos pesquisados por Maria Fernanda, 55 eram sobre política nacional – e 25 diziam respeito à própria censura. Houve textos que, mesmo não sendo proibidos na íntegra, tiveram a publicação inviabilizada pelos cortes drásticos. Foi assim em 1976 com o necrológio da estilista Zuzu Angel, conhecida por sua luta para descobrir o paradeiro do filho preso pela ditadura. Publicou-se apenas o título: "Zuzu Angel (1921-1976)". Até o general ditador do Chile teve declarações podadas. Em uma entrevista de 1974, Augusto Pinochet negava cinicamente a existência de presos políticos em seu país – mas o censor brasileiro não permitiu nenhuma referência ao tema. Veja sob Censura inclui episódios que se diriam cômicos. Na notícia do assassinato do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, em 1975, a expressão "relações orais" foi canetada. O jornalista trocou-a pelo sinônimo "felação", e o censor deixou passar. A burrice, como se vê, é da natureza da censura.



Escrito por Gabriel Pelosi às 15h53
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Na Folha

 A Folha de S. Paulo, de 7 de dezembro, também repercutiu o 'aniversário' de 40 anos do A.I. nº5. Leia abaixo a matéria assinada pelas repórteres Fernanda Odilla e Sofia Fernandes.

 

Médici queria revogar AI-5, diz ex-presidente da Arena

 

O general Emílio Garrastazu Médici assumiu a Presidência do Brasil em outubro de 1969 disposto a revogar o AI-5, sigla que entrou para a história como o ato institucional que escancarou a ditadura no país. Médici desistiu da idéia e assumiu uma posição linha-dura tão logo constatou, em consultas informais, que não teria o apoio de importantes aliados.

A cúpula das Forças Armadas achava cedo demais para extinguir o texto que abriu a possibilidade de fechar o Congresso, permitiu intervenção do governo federal nos Estados, institucionalizou a censura e suspendeu o habeas corpus em casos de crimes políticos.

A primeira versão do AI-5, contudo, era muito mais radical. Extinguia o Legislativo em todo país e fechava o Supremo Tribunal Federal. Essa versão foi rechaçada pelo então presidente Arthur da Costa e Silva (1967-1969), que exigiu um texto que não fosse "dose para cavalo" e só aceitou assiná-lo porque temia ser deposto.

O autor dessas revelações, até hoje compartilhadas em detalhes somente com poucos confidentes, é Rondon Pacheco, ex-chefe da Casa Civil do governo Costa e Silva. Aos 89 anos, ele é a única testemunha viva que participou de todo o processo de confecção do AI-5, no dia 13 de dezembro de 1968.

Com as credenciais de quem redigiu o texto final do ato, ajudou a fazer uma Constituição que facilitaria a revogação do ato em 1969 --mas não foi outorgada porque Costa e Silva adoeceu-- e participou da escolha da segunda chapa presidencial depois do movimento de 1964, Pacheco revelou à Folha bastidores daquele capítulo da história da ditadura brasileira.

"O presidente Costa e Silva me disse isso várias vezes em seus despachos, que ele às vezes não dormia pensando nos problemas do outro dia", recorda Rondon Pacheco, dizendo que Costa e Silva assumiu o governo gerenciando problemas. Havia, segundo Pacheco, uma conspiração sendo tramada pelo ex-governador Carlos Lacerda no Hotel Glória (RJ).

"Não foi um governo tranqüilo, apesar de estar perfeitamente constitucionalizado", diz. Mas afirma que a Constituição de 1967 assustou o autodenominado "governo revolucionário". Para o ex-chefe da Casa Civil, foi a falta de habilidade política que transformou dois curtos discursos do deputado Márcio Moreira Alves -que criticou militares no plenário da Câmara- na maior crise do governo. "Coisa do Márcio, demagogo", avalia Pacheco. Ofendidos, os militares exigiram a cassação do deputado. Pacheco conta que Costa e Silva acordou uma solução intermediária para aprovar uma licença para o deputado.

"Se tivesse havido a punição conforme já estava combinado, não teria havido nada [o AI-5]", sustenta. Mas o ministro Gama e Silva (Justiça) decidiu, à revelia, trocar os integrantes da comissão que analisava o caso para aprovar a cassação. O ministro só não foi demitido porque era amigo do presidente, segundo Pacheco.

A cassação, contudo, foi rejeitada pelo plenário da Câmara por 216 votos a 141, conforme ata da sessão de 12 de dezembro de 1968. Diante da derrota no Congresso, as condições para um golpe dentro do golpe estavam postas, na visão do governo. O presidente tomou a decisão de "nada decidir" naquela noite de quinta-feira. Nem sequer recebeu companheiros de farda, que já tramavam uma proposta para reforçar o poder das Forças. Convocou reunião para as 11h.

Na manhã daquela sexta-feira 13, começava a fase mais dura da ditadura brasileira. "Tudo foi decidido pela manhã. Quando foi para o Conselho [Nacional] de Segurança, o problema já tinha sofrido um despacho saneador do presidente", recorda o ex-ministro.

Foi convocado para a reunião um seleto grupo que ouviu do presidente a intenção de fechar o Congresso e editar um ato semelhante ao AI-1, que permitiu a cassação e suspensão dos direitos políticos de quem era contra o sistema.

"Gama e Silva estava muito agitado. Isso eu notei. Ele chegou, sentou na cadeirinha do ministro da Justiça e disse: "O ato, presidente, está pronto". Ele estava certo que ia fazer o presidente engolir o ato", revela Pacheco. A primeira versão do AI-5 proposta "era um ato terrível", nas palavras de Pacheco. Demitia todos os ministros do Supremo, dissolvia o Congresso e todas as Assembléias Legislativas. A intervenção federal seria no país inteiro, inclusive com a indicação de todos os prefeitos.

Rondon Pacheco guarda na memória detalhes daquela primeira reunião do dia no Palácio das Laranjeiras, mas revela ojeriza à versão ultra-radical do AI-5 lida por Gama e Silva. Diz que não quer nem saber que fim levou aqueles papéis.

Antes de vetada pelo presidente, a primeira versão dividiu os seis integrantes da reunião (veja quadro). A nova proposta foi apresentada no início daquela tarde. Caberia a Rondon Pacheco elaborar o texto final. "O Gama e Silva levou um projeto e eu fui expurgando".

Enquanto fechavam o texto, chegaram os membros do Conselho Nacional de Segurança para a reunião das 17h, que sacramentou o AI-5. O vice-presidente Pedro Aleixo, segundo Pacheco, trouxe uma proposta para decretar o estado de sítio e uma carta de renúncia, se Costa e Silva desistisse.

Costa e Silva permaneceu no poder, mas elaborou um plano: a outorga de uma nova Constituição permitiria acabar com o AI-5 no dia 7 de setembro de 1969. Mas adoeceu e foi afastado do cargo dez dias antes de executar o cronograma.

O presidente que sucedeu Costa e Silva também pensou em pôr fim ao ato, afirma Pacheco: "O Médici quis revogar o ato e não teve apoio. O Exército achava cedo". Escalado por Médici para presidir a Arena e depois governar Minas, Pacheco conta que o presidente recém-empossado fez consultas sobre o assunto. "Médici achou que talvez fosse melhor fazer o teste: revogar o AI-5 para ver se eles paravam com a agitação." Mas o teste nunca foi feito.

 



Escrito por Gabriel Pelosi às 14h20
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AI-5

 

 

Em 13 de dezembro de 1968, uma sexta-feira, o governo do presidente Costa e Silva decretava o ato institucional nº5. Reproduzimos aqui a análise de Carlos Marchi, repórter especial de O Estado de S. Paulo, sobre o momento político do Brasil no fatídico ano de 1968. Ouça ainda a íntegra da reunião que escancarou a ditadura e devastou a vida política e cultural do País. O Portal Estadão colocou no ar um hot site especial, com excelentes matérias e fotos sobre o tema. Confira! 

 

Acesse o link: http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=876



Escrito por Gabriel Pelosi às 13h20
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40 anos do AI-5

O aniversário de 40 anos daquele que foi o mais cruel dos Atos Institucionais (o AI-5) mirabolados pela ditadura militar é lembrado por alguns veículos de comunicação. Estadão e Veja, por exemplo, lançaram vasto material sobre o período. Vale conferir.

 



Escrito por Gabriel Pelosi às 13h57
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Exposição Cale-se

CALE-SE: Censura na música

Exposição de 2 a 5 de dezembro de 2008 das 17h às 21h

Ciclo de palestras: 2 e 4/12/2008 às 19h30

Mostra de filmes: 3 e 5/12/2008 às 19h

Escola técnica Parque da Juventude

Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, prédio 1 - Santana (ao lado do metrô Carandiru)

 

 



Escrito por Gabriel Pelosi às 16h04
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Palesra na USP

O site Censura Musical participou no mês de outubro da XIX Sapo (Semana de Arte da Poli) da Universidade de São Paulo (USP).

A Sapo é um evento artístico tradicional da Escola Politécnica, que ocorre anualmente, e é organizado pelos próprios alunos. A semana já contou com a participação de Hermeto Pascoal, Vinicius de Moraes, Sebastião Salgado, Sérgio Mamberti, Caio Blat, João Parahyba, Dr. Jorge Forbes; além de grandes professores de Artes, Arquitetura, e Filosofia da USP e de outras universidades.

André Rocha, um dos idealizadores do site Censura Musical ministrou a palestra “A memória da censura musical no Brasil”.

 



Escrito por Gabriel Pelosi às 16h47
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Da coluna de Mônica Bergamo, na Folha S. Paulo de quinta-feira ((6/11) 

 

Governo prepara "convocação" para obter documentos da ditadura

 

O governo federal prepara um edital para "convocar" pessoas que detenham documentos sobre o período para que os entreguem à administração.

A intenção é incentivar que colaboradores da ditadura, militares ou não, que detenham informações sobre o destino de desaparecidos políticos e sobre a repressão, a contribuírem com "a memória do Brasil". O governo deve garantir o sigilo de quem resolver colaborar.

A iniciativa, no entanto, deve incomodar setores militares do governo, que afirmam não poder disponibilizar documentos oficiais sobre o período alegando que eles foram destruídos.

A elaboração do edital acontece em meio à polêmica sobre a prescrição dos crimes de tortura praticados durante a ditadura militar (1964-1985).

Na quarta-feira (5), a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou requerimento para a realização de audiência pública com os ministros que têm posições opostas sobre o assunto.

O requerimento propõe audiência com os ministros Tarso Genro (Justiça), Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) e José Antônio Toffoli (Advocacia Geral da União), além do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes.

Escrito por Gabriel Pelosi às 14h34
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Site CM

 

Para quem não conhece o site Censura Musical, este blog nasceu dele (www.censuramusical.com.br). Lá você pode saber as histórias de músicas censuradas pelo regime militar, acessar os processos destas canções e ler entrevistas com compositores e personagens da época.



Escrito por Gabriel Pelosi às 17h37
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Blog legal

 
Ontem recebemos um comentário de que este blog foi escolhido como um dos legais pelo público do UOL.
Agradecemos a indicação e acreditamos que isso é sinal de que as pessoas estão gostando do que tem visto por aqui. Vamos em frente.


Escrito por Gabriel Pelosi às 14h47
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Show em BH

 

Escrito por Gabriel Pelosi às 14h21
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